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Credenciado pelo Movimento Direita São Paulo, Rodrigo Barbosa Ribeiro ocupou a Tribuna Popular da Câmara Municipal de Araraquara, durante a Sessão Ordinária de número 106, para falar sobre o tema “Bolsa Cidadania”. “É um projeto do Município que prevê entregar um subsídio de até R$ 663 para famílias, que, segundo avaliação do governo, forem encontradas em situação de vulnerabilidade”, disse ao iniciar sua fala, afirmando que reconhece a luta do trabalhador, o suor da dona de casa que acorda às 5 horas da manhã para pegar o ônibus lotado e chegar ao trabalho, para garantir o sustento da sua família.
Município no vermelho
Garantiu que reconhece o esforço daqueles que perderam o ganha-pão após a demissão em massa por conta da crise econômica advinda do governo Dilma Rousseff, e que teve prosseguimento nos governos Temer e Bolsonaro. Destacou que hoje Araraquara tem um orçamento em torno de R$ 886 milhões, desses, R$ 380 milhões vão para a dívida pública, R$ 377 milhões para a folha de pagamento e R$ 362 milhões para o pagamento de empresas privadas. “Só o montante desses compromissos gera um déficit de R$ 233 milhões, ou seja, deixa o município no vermelho.” Barbosa afirmou que o município já tem um trabalho assistencial voltado às famílias carentes, com custo estimado de R$ 3 milhões gastos com cestas básicas e outros serviços que auxiliam as famílias em situação de vulnerabilidade. “Se esse trabalho já vem sendo realizado, por que o prefeito quer criar um programa que ao invés de aumentar a despesa na área de assistência social, vai reorganizar os gastos e aumentar o subsídio para algumas famílias? ”, indagou.
Reflexões e números
O orador fez uma reflexão: “Digamos que a média que cada família recebe, seja em cesta básica ou em outra coisa, gira em torno de R$ 250,00. Se for isso, a Prefeitura estaria ajudando 12 mil pessoas. Agora, caso seja aprovada a Bolsa Cidadania e o subsídio em torno de R$ 663,00, o número de pessoas beneficiadas cairá para 4.524”. Segundo Barbosa, para atender as mesmas 12 mil pessoas seria necessário um incremento de R$ 2 milhões. “ A pergunta que fica é: quem vai pagar essa conta? Não serão os mais ricos e sim os mais pobres. O governo irá tributar os donos de casas, supermercados, farmácias, lojas etc., que terão que repassar o custo nos produtos fornecidos por eles", ”afiançou. Encerrou seu pronunciamento garantindo que não ocupou a Tribuna para falar mal do Bolsa Cidadania, só trouxe reflexões.
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