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Carrapicho Rangel sonha em deixar uma obra vasta para o mundo



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Considerado um dos maiores bandolinistas do Brasil, Carrapicho Rangel quer deixar uma discografia que sirva de referência para outros músicos. O artista araraquarense, que já tocou em todos os cantos do Brasil e no exterior, concedeu uma entrevista ao programa Sou Arte da TV Câmara Araraquara (canal 17 da Net), contando um pouco sobre sua carreira e planos para o futuro.

 

Como você começou no meio artístico?

Comecei muito novo, com sete anos eu já tocava instrumento de percussão. Minha família é toda da música. Meu pai era presidente da escola de samba do bairro Yolanda Ópice. Eu comecei a tocar através de revistas. Com 14 anos, eu conheci o músico Fabiano Marquezine, que hoje é meu sócio em uma escola de música; estudei com ele. Em 1999 entrei no Conservatório de Tatuí e me dediquei durante 6 anos. Fui o primeiro a me formar no bandolim no conservatório.

 

Quais trabalhos você já fez?

Eu venho trabalhando no Sesi, Sesc, casas noturnas, viagens nacionais e internacionais. Gravei alguns discos. O primeiro foi com o grupo Quarteto Café, um grupo de choro da cidade. Gravei também um disco solo. Gravei com um trio que chama Código Ternário. Ano passado gravei um disco com a cantora Ana Costa. Tenho outro disco autoral gravado com o Márcio Marinho, um cavaquinista de Brasília.

 

Qual é seu estilo?

O samba está embutido em mim. Eu comecei tocando esse gênero. Toco de tudo um pouco, como jazz, música nordestina...

 

Quais suas principais influências?

Os mestres são Jacó do Bandolim e Luperce Miranda. A gente acaba seguindo o caminho de quem sempre ouviu. Para compor, busco como referências: Hamilton de Holanda, Chico Buarque, Fundo de Quintal, Cartola...

 

Qual sua fonte de inspiração?

A inspiração vem de alegrias e tristezas que você acaba vivendo. Quando vem a inspiração eu componho até mesmo dentro do carro e sem instrumento...

 

Como é ser artista em Araraquara?

Ser artista é a coisa mais maravilhosa que existe. Você acaba conhecendo lugares e lugares... A música aproxima as pessoas. A arte faz você pensar e ter um posicionamento em relação a tudo que você vê e escuta.

 

Quais são seus planos para o futuro?

Ter vários discos. Deixar uma obra que sirva de referência para as pessoas. Quero continuar estudando e ensinando. Desejo dar o melhor de mim para o mundo.

 

Confira a entrevista em vídeo no nosso canal do YouTube!


Publicado em: 31 de julho de 2018

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Categoria: Câmara

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