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No dia 2 de dezembro, o vereador Marchese da Rádio (Patriota) encaminhou à Prefeitura o Requerimento nº 1.124/2021, solicitando dados sobre o tratamento gratuito de equoterapia no município para pacientes com deficiências e doenças raras.
“A equoterapia, terapia assistida por cavalos, é um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiências ou necessidades especiais”, explicou o parlamentar no documento.
Marchese lembrava que, segundo especialistas, a prática da equoterapia objetiva benefícios físicos, psíquicos, educacionais e sociais. “Ganhos reais com autoestima e autoconfiança, postura, fala, desenvolvimento social, melhora da capacidade de comunicação e muito mais”, enfatizou.
Em resposta, o gerente da Unidade de Avaliação e Controle Ambulatorial, da Secretaria Municipal da Saúde, Pedro Alves, informou que o município oferece a fisioterapia pelo método equoterapia. “Atualmente, temos 11 pacientes em tratamento no espaço criado para o desenvolvimento dessa terapêutica no Parque Ecológico Pinheirinho. O tratamento é todo financiado pelo SUS, portanto não há pagamento algum por parte dos praticantes e também não há encaminhamento de praticantes para hípicas particulares”, detalhou.
Segundo o gerente, não há lista de espera para equoterapia. “Na verdade, em virtude da pandemia, devido à saúde frágil dos praticantes (em via de regra, pacientes com deficiências diversas) e o receio dos pais em levarem os filhos para a terapia, houve uma drástica redução no número pacientes. Como resultado, o serviço opera abaixo de sua capacidade máxima.”
Alves explicou que a porta de entrada para o rol de serviços do SUS é sempre a Unidade Básica de Saúde (posto de saúde). “O médico fará o atendimento e promoverá o encaminhamento para o serviço, que irá avaliar o paciente, podendo solicitar informações complementares e exames. Após a avaliação, o paciente poderá ser aceito ou recusado, com base em fundamentos técnicos (lesões medulares altas em pacientes que não possuem controle de tronco, incapazes de se manterem sobre o cavalo)”, finalizou.
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