1387
O uso de drogas é apontado por especialistas como um dos principais problemas de saúde pública no mundo e o consumo dessas substâncias só tem aumentado. Quando utilizadas por muito tempo e em grande quantidade, seus efeitos podem ser graves, provocando overdose, que altera gravemente o funcionamento de órgãos, como pulmões e coração, podendo causar morte.
Em Araraquara, os casos de morte por overdose têm chamado atenção e preocupado muitas famílias que buscam por atendimento e ajuda, principalmente do setor público.
Embora o município possua convênios com duas clínicas que prestam atendimentos aos casos de dependência química, e faça um alto investimento para cada dependente internado, segundo resposta ao Requerimento nº 805/2022, de autoria do vereador Marchese da Rádio (Patriota), não é o suficiente para ao menos apaziguar o problema.
“Em Estiva Gerbi, município com pouco mais de 11 mil habitantes, um trabalho de acolhimento e ressocialização tem feito a diferença na vida de muitos dependentes e de suas famílias”, observa o parlamentar.
O vereador explica que o projeto social Casa Orebe existe há 18 anos e foi criado por um ex-usuário de drogas. Segundo ele, “embora receba ajuda de familiares, entidade religiosa e empresários, a Casa Orebe é autossustentável e, mesmo sendo regime aberto, o dependente internado é submetido a regras rígidas. Na casa, o interno recebe assistência espiritual, cuida da própria horta, da fabricação de pães para o próprio consumo, tem acesso a biblioteca, barbearia, além de alojamento”.
Além do trabalho de recuperação do dependente, Marchese acrescenta que a Casa Orebe se preocupa em encaminhar os recuperados, inserindo-os no mercado de trabalho e tendo como resultado a recuperação de 80% dos dependentes que passam pelo projeto.
“A reinserção social do dependente químico é algo que demanda força emocional para superar diversos obstáculos, sobretudo o preconceito e o descrédito da sociedade. Para muitos viciados, o recomeço da convivência em sociedade abrange a volta ao mercado de trabalho, o retorno aos estudos, como também a tentativa de restabelecer vínculos com os familiares e amigos”, completa o vereador.
Conforme o Relatório Mundial sobre Drogas de 2018, a quantidade de pessoas no mundo que fez uso de entorpecentes ao menos uma vez no ano prosseguiu estável em 2016. “Sem dúvidas que para amenizar esses números e o retorno ao convívio social não seja frustrante, o dependente de substâncias psicoativas precisa se submeter a um tratamento especializado, a fim de que a sua reabilitação seja eficiente e eficaz”, finaliza Marchese.
Com informações da assessoria de gabinete do vereador Marchese da Rádio (Patriota)
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.
Dezenas de pessoas compareceram ao Plenário da Câmara para a Audiência Pública “Escolas Cívico-Militares em Araraquara” nesta quarta-feira (27). O evento, convocado pelo vereador Cor...
Duas praças em Araraquara estão precisando de limpeza, aponta o vereador Michel Kary (PL), que apresentou duas indicações à Prefeitura, solicitando a realização do serviço nos locais. A primeir...
No final de julho, a vereadora Fabi Virgílio (PT) encaminhou um Requerimento à Prefeitura pedindo informações sobre a ponte de acesso que liga a Avenida Bandeirantes, no Santana, ao Jardim Universa...
Em Indicação encaminhada à Prefeitura, o vereador Coronel Prado (Novo) sugere a realização de estudo técnico de engenharia para verificar a viabilidade de alargamento da Rua Napoleão Selmi Dei, pró...
"Cuidando para Cuidar" é o tema do evento gratuito que ocorrerá no auditório da Uniara no próximo dia 11, uma quinta-feira, das 8 às 12 horas, integrando as ações do Setembro Amarelo, mês em que se...
Termina na sexta-feira (29) o prazo para as inscrições no projeto social e artístico Banda Marcial Infantil da Escola Imaculado Coração de Maria, na Vila Xavier. As vagas são limitadas e destinadas...
O conteúdo do Portal da Câmara Municipal de Araraquara pode ser traduzido para a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) através da plataforma VLibras.
Clique aqui (ou acesse diretamente no endereço - https://www.vlibras.gov.br/) e utilize a plataforma.