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A Fundação Toque é uma entidade sem fins lucrativos que nasceu em 2006 com a finalidade de prestar atendimento em várias áreas educacionais, além da cultura, esporte, inclusão social e saúde para a pessoa com deficiência intelectual e múltipla. Atualmente, são atendidas diariamente 64 crianças, adolescentes, jovens e adultos, mas esse número deve triplicar chegando a 200 quando o prédio da Fundação for inaugurado. Por isso, o vereador Donizete Simioni (PT) visitou as obras nesta semana e buscará verba para o projeto ser ampliado.
“Fomos convidados pelos diretores da Fundação Toque e fiquei impressionado com o tamanho da obra e o projeto no Jardim Igaçaba. Andando por tudo percebemos os cuidados com as salas, banheiros, enfim, com todo o prédio. Quando começar a funcionar, a Fundação entrará para história da cidade por atender com qualidade”, diz Simioni que tentará mobilizar recursos com a deputada estadual Márcia Lia (PT), em São Paulo, e em Brasília, com o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva.
Apesar da expectativa de iniciar o projeto no novo endereço, em 2016, ainda não há uma data para inauguração. Atualmente, segundo o presidente da Fundação Toque, Luciano Pizzone, cerca de 60% dos atendidos tem deficiência grave. E a obra da futura sede com dois mil metros quadrados em um terreno de 35 mil metros quadrados trabalha essa demanda. A construção começou a partir de um recurso destinado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), após um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com uma grande empresa local.
O prédio tem o núcleo educacional e o de Meio Ambiente. O projeto desportivo contará com quadra para a prática de esporte adaptado, além de possibilitar, no futuro, a participação da comunidade. Estão previstos ainda cursos voltados à formação profissional de portadores de Araraquara e mais 23 cidades da microrregião. A intenção é qualificá-los para que possam ingressar ou retornar ao mercado de trabalho. “Estamos trabalhando, economizando, fazendo rifa e bingo para arrumar dinheiro” diz Luciano.
Tudo dentro e fora do prédio da Fundação foi pensado no futuro. A diretora tesoureira e psicopedagoga, Márcia Regina Tolino Pizzone, explica que o projeto é totalmente sustentável. A captação de água da chuva será direcionada a um lago que irrigará a horta, por exemplo. O tratamento do esgoto também passará pela biodigestão, ou seja, será tratado internamente e não será despejado na rede. “O resultado disso tudo é a produção de mudas e do paisagismo. Já no núcleo de meio ambiente teremos a energia elétrica solar para que a questão ambiental esteja associada ao projeto."
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