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A vereadora Edna Martins (PV) representou a Câmara Municipal na primeira reunião do ano da Aprec (Associação dos Prefeitos da Região Central do Estado de São Paulo), realizada na quinta-feira (30), no Centro Internacional de Convenção “Dr. Nelson Barbieri”, em Araraquara, com a participação de 15 prefeitos e três representantes de prefeituras, além de diversos agentes de saúde pública, a reunião contou com a palestra do secretário-adjunto da Secretaria Estadual da Saúde, Wilson Modesto Pollara, que explicou os detalhes das mudanças feitas pelo Estado.
Também participaram da reunião, o deputado estadual Roberto Massafera (PSDB), os vereadores Elias Chediek (PMDB) e Rodrigo Buchechinha (SDD), e as prefeituras de São Carlos, Matão, Ibitinga, Itápolis, Porto Ferreira, Descalvado, Américo Brasiliense, Santa Lúcia, Rincão, Nova Europa, Gavião Peixoto, Boa Esperança do Sul, Cândido Rodrigues e Dobrada, além de representantes de Dourado, Ibaté e Trabiju. Ainda estiveram presentes a diretora da DRS III (órgão estadual de Saúde), Maria Teresa Eid da Silva, o secretário da Saúde de Araraquara Wilson Aravechia, entre outros representes de governo. O tema da reunião foi novamente a saúde, em especial a nova reestruturação das Santas Casas de Araraquara e São Carlos para os procedimentos SUS – Sistema Único de Saúde, implementadas pelo Governo do Estado. De acordo com Pollara, a meta é ampliar o suporte financeiro disponibilizado para as Santas Casas em todo o Estado paulista, visando disciplinar a utilização dos leitos de acordo com a necessidade e realidade de cada município em âmbito regional.
Para implantar a reestruturação, o governador Geraldo Alckmin está liberando R$ 500 milhões aos hospitais prestadores de serviços SUS, dos quais R$ 14 milhões para a Santa Casa de Araraquara, que passará a ter 25 leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). “É preciso criar redes de atendimento entre os municípios”, disse o secretário-adjunto, ao explicar o funcionamento do sistema: as Santas Casas de Araraquara e São Carlos realizarão os procedimentos de alta complexidade (problemas mais graves de saúde, que exigem tratamento em UTIs), cabendo às Santas Casas de apoio, no caso dos municípios menores, os procedimentos de baixa complexidade. Na prática, ainda segundo Wilson Pollara, os municípios farão a permuta de leitos hospitalares, de acordo com a complexidade médica. Por exemplo, se Américo Brasiliense necessitar de um leito de UTI da Santa Casa de Araraquara, faz a permuta com um leito de baixa complexidade de seu hospital. Para cada procedimento de alta complexidade, o Estado paga 70% a mais, além da tabela SUS, e para casos de baixa complexidade, o pagamento é de mais 40%.
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