Publicado por: CÂMARA MUNICIPAL DE ARARAQUARA
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Edson Hel cobra explicações da Prefeitura sobre o processo de loteamento do bairro
O sonho de ter a casa própria se transformou em arrependimento para os irmãos Leonardo e Ronaldo de Oliveira. Quando adquiriram seus lotes no Jardim Maria Luiza III, em 2010, as vias estavam pavimentadas e toda área verde capinada, cenário bem diferente do atual. “Se fosse hoje, não compraríamos”, desabafam. Diante do jogo de empurra-empurra de quem seriam os responsáveis pela manutenção do espaço, o vereador Edson Hel (PPS) produziu um requerimento pedindo informações sobre o contrato firmado entre o poder público e a loteadora. O documento deverá ser votado na Sessão Ordinária de terça-feira (26).
Por toda a extensão do bairro, o asfalto esfarelado denuncia a má qualidade do serviço; o mato alto avança sobre terrenos; e a área verde, de propriedade da Prefeitura, que deveria ser um espaço de lazer para a população, está coberta por mato. Fabiano Siciliano mora bem em frente à área e reclama: “Já encontrei escorpiões e cobras ali”. O descaso motiva outros maus exemplos. “Meu vizinho foi notificado para limpar seu terreno, mas se negou, dizendo que não fará nada enquanto a Prefeitura não fizer a sua parte.”
Logo ao final da Rua Francisco Jerônimo Fernandes, está prevista a construção de uma ponte que ligará o bairro ao Jardim Imperador, visto que hoje os únicos acessos ao Maria Luiza III são pelas Rotas 80 e 81. A travessia foi conquistada por meio do Orçamento Participativo (OP) de 2018, contudo, até agora não há indício de quando serão iniciadas as obras.
Responsáveis
“Não se trata apenas de ter um bairro bonito, é uma questão de saúde pública”, aponta Leonardo. De acordo com os moradores, a maior dificuldade é encontrar os responsáveis pela manutenção do bairro. “Quando cobramos a Prefeitura, nos informam que devemos procurar a loteadora”, informou Siciliano. Situação absurda, na opinião do vereador: “A população não pode ser responsabilizada pelo descaso de outros. Se a responsabilidade é da loteadora, cabe ao poder público exigir pela prestação de serviço de qualidade. Por isso, precisamos saber o que estava previsto no contrato firmado”.
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