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Infiltrações, rachaduras e afundamentos estão causando preocupações nos moradores do Condomínio “Ulisses dos Santos”, conhecido como Cociza. “O chão está afundando em vários pontos, tanto externamente quanto no interior de alguns apartamentos do térreo, acreditamos que devido a infiltrações de água”, informa o síndico do condomínio, Antônio Augusto Rastelli. Ele esteve na sede da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) na sexta-feira (15), acompanhado da ex-síndica, Irá Rocha Chagas, e do vereador Rafael de Angeli (PSDB), que vem intermediando as reivindicações dos moradores nos órgãos públicos desde o início do seu mandato. Eles foram recebidos pelo gerente do Núcleo Regional de Araraquara, Benedito dos Santos, e pelo gerente de Obras, Marcio Ribeiro Gaban. Os moradores apresentaram vários problemas ao gerente do Núcleo. “Além das infiltrações, estão aparecendo rachaduras nos muros, os moradores já estão com medo de que o prédio vá cair. Isso sem contar o que mais nos preocupa: a fiação elétrica está muito próxima da tubulação de gás. Se houver um acidente, o prédio todo pode explodir. Com tantas desgraças acontecendo em nosso país ultimamente, queremos evitar mais uma, desta vez em nossa cidade”, alerta Rastelli. Para os munícipes, as rachaduras podem ser um problema estrutural, cuja solução cabe à CDHU. Santos, porém, explica que “é preciso fazer uma distinção clara entre problemas estruturais e de manutenção. E estamos falando de um prédio que foi entregue há 25 anos. É normal que haja desgastes”. “É preciso averiguar as causas dos problemas. No caso das rachaduras, podem ser trincas na pintura ou descolamentos no revestimento, entre outras possibilidades”, completa o gerente de Obras, que acrescenta: “Não há nenhum programa dentro da CDHU que possibilite entrar no prédio para fazer manutenção. Isso cabe aos condôminos”. Já quanto ao gás, eles foram orientados a procurarem diretamente a empresa responsável pela instalação. Como os moradores do condomínio contam com rendas mensais baixas, os altos custos de manutenção são um obstáculo para a solução dos problemas. “Vamos conversar com a Prefeitura para estudar a possibilidade de uma parceria com a Cociza, por exemplo, ajudando na terraplenagem ou de qualquer outra forma”, propõe Angeli. O parlamentar intermediará uma reunião entre os condôminos, a CDHU e a Prefeitura em breve, possivelmente no próprio Cociza, para avaliar possíveis soluções.
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